segunda-feira, 23 de maio de 2011

Risco de perder a Copa do Mundo e das Confederações da força a Andrés Sanchez

O que chamou a atenção em São Paulo no fim de semana não foi a boa estréia dos quatro grandes clubes do estado no Brasileirão, mas os novos capítulos da novela que se tornou a Copa das Confederações e a Copa do Mundo na maior cidade da América Latina.

Ontem, em evento no Ibirapuera, o governador Geraldo Alkimin afirmou que ainda existe a possibilidade de São Paulo receber a abertura da Copa das Confederações. Ele destacou que o Pacaembu, Morumbi e a Arena Palestra estarão aptos a receber jogos do torneio que antecede o Mundial.

Em relação a Copa do Mundo o governador não quis entrar em detalhes sobre o futuro estádio do Corinthians, que sairá da planta graças a intervenção do nosso ex-presidente Lula.

Andrés Sanchez, o mandatário corinthiano, garantiu para o jornal O Estado de S. Paulo que as obras começam na terça-feira, 24.

A construtora Odebrecht apresentou um orçamento de R$ 1,5 bilhão, dinheiro que o Corinthians não tem, mas garante que irá conseguir.

Na verdade o Corinthians se compromete em gastar R$ 300 milhões e aposta que o governo arque com os outros R$ 1,2 milhões, afinal, que político não faria tal esforço para garantir que São Paulo receba a Copa de 2014?

Ai está a grande jogada de Andrés. Ele apresenta um estádio que ainda não foi construído como solução para a abertura da Copa, diz que não tem dinheiro e convence o governo a construí-lo. O estádio sediará no maximo oito partidas das 64 que serão realizadas durante a Copa e depois disso o investimento bilionário do governo passa a ser de uso privado do Corinthians.

Agora só falta Lula convencer Dilma a ajudar.

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