quarta-feira, 1 de junho de 2011

Crise na Fifa alavanca candidatura de Platini para 2015

A Fifa passa pela maior crise de sua história graças a denúncias de compra de votos nas escolhas de Rússia e Catar à sede das Copas de 2018 e 2022.

Mesmo se reelegendo hoje à presidência da instituição, o suíço Joseph Blatter sai com sua imagem manchada com diversas federações européias e até com os patrocinadores oficiais da Copa do Mundo, Coca-Cola, Adidas e Visa, que cobram explicações do mandatário.

Outros nomes importantes da instituição estão envolvidos no escândalo. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o argentino Júlio Grondona, o paraguaio Nicolas Leoz, o guatemalteco Rafael Salguero, o presidente da CAF Issa Hayatou e o Catariano Mohamed Bin Hammam.

Quem acabou ganhando força com tudo isso foi o presidente da UEFA, Michel Platini, que diferente de seus colegas de Comitê-Executivo, nunca teve seu nome envolvido em escândalos e passou a ser cogitado como principal candidato à sucessão da presidência da FIFA em 2015.

Com o apoio de 53 federações européias, Platini tem aumentado sua popularidade entre os países mais pobres da região, após a criação da Uefa Europa Ligue.

Mesmo com a pressão da Federação Inglesa de Futebol em adiar as eleições de hoje, é certo que Blatter será reeleito. Mas seu novo mandato já inicia com a expectativa da sucessão.

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